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APOLÍTICOS (Fomos Chamados para a Influência e não para a Omissão)

Hoje, talvez, o grupo político que mais cresce no Brasil é o de “Apolíticos”, ou seja, os que não querem saber de política, têm aversão à política.

Diante da realidade que nos encontramos, dizem muitos, é impossível acreditar na política, na classe de políticos. Todos são iguais, todos são farinha do mesmo saco. Só pensam em dinheiro, mentem para conseguir o nosso voto e não pensam em ninguém além de si mesmos, dizem os cidadãos com aparente razão.

Realmente o quadro é MUITO ruim, na verdade é triste ver televisão hoje em dia e ver o quanto a corrupção tem desviado o dinheiro de creches, escolas, hospitais, avenidas, rodovias, pontes, etc, para o bolso de homens e mulheres corruptos e gananciosos. Ver crianças que estudam em escolas neste país que não deveria nem servir de “canil” quanto mais de sala de aula. Ver pessoas aglomeradas em corredores de hospitais parecendo em uma guerra civil. Ver famílias inteiras morrendo em acidentes de carro por causa de pistas perigosas e que nunca são duplicadas. Tantas outras situações tristes poderiam ser destacadas aqui, mas este texto ficaria muito longo.

Mas diante dessa realidade, será que a aversão a política é a solução? Será que votar em um “palhaço” vai mudar o rumo e dar mais alegria? Será que se tornar um crítico de plantão contra todos os políticos irá nos trazer mais esperança? Será que ficar fazendo piada de tudo e todos irá nos fazer mais felizes do que apenas em um momento rápido?

E depois? E quando vermos mais pessoas chorando na TV ou em nossa própria família porque sofreram tristes consequências da falta de segurança ou de hospitais, fruto da corrupção em nosso país? Será que vamos rir novamente? Acho que não…

O que dizer então? O que fazer? Sentar e chorar?? Também não… pelo menos não apenas isso. Chorar já é um começo, pois isso mostra que nos importamos. Não um choro sem esperança, mas um choro por compaixão e por desejo de mudança. Não sou psicólogo e nem profissional da área, mas acredito que este tipo de choro pode fazer bem, bem para nós e, principalmente bem para alguém que precisa de nossa compaixão. Devemos sim chorar com os que choram. Mas não ficar apenas nisso.

Vemos esse exemplo no livro bíblico de Neemias (Neemias 1). Neemias era um copeiro do Rei persa Artaxerxes em Susã, cidade localizada a leste da Babilônia. Ele ouviu de Hanani, seu irmão, que os muros de sua cidade, Jerusalém, estavam destruídos e que o povo de lá (o seu povo) estava em grande miséria e desprezo. A primeira reação de Neemias foi CHORAR e LAMENTAR, e ele fez isso por alguns dias. Mas não ficou só nisso, ele também OROU, se arrependeu pelo pecado do povo e pela corrupção dos corações. Mas também não ficou só nisso, ele se levantou e AGIU. Neemias poderia nem ter se importado, visto que até estava bem onde estava (era um dos homens de maior confiança do rei). Poderia apenas reclamar e ficar desacreditado, visto que o povo pecou contra Deus e não há nada que pudesse ser feito. Poderia rir e fazer piadas pois o povo teve o que mereceu. Poderia ter se tornado um crítico de plantão, até com certa razão, colocando a culpa em várias situações. Poderia até mesmo ter apenas chorado ou lamentado para sempre. Mas sabemos que não foi essa a sua atitude.

Sei que o contexto era outro, que naquela época a forma de governo era outra, mas o que quero destacar aqui é o coração de Neemias. Neemias se mostrou um agente transformador e não um mero reclamador e murmurador. Não fez piadas e nem se escondeu com medo do que poderiam pensar dele, inclusive o rei. Não se omitiu. Neemias ajudou e liderou a reconstrução dos muros de Jerusalém em uma narrativa emocionante e singular. Não sei se você sabe, mas Neemias também se tornou governador. Inclusive existem vários exemplos de políticos bem sucedidos na bíblia, com José, Daniel, Ester, Davi, etc.

Usei o exemplo de Neemias da bíblia, mas o que dizer de Martin Luther King Jr? que se tornou um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos e no mundo. Ele criticou a situação em que se encontravam, chorou por compaixão de seus irmãos negros e lutou pelos ideais que acreditava. O que falar de Gandhi? Mandela? Nicholas Winton? E tantos outros, conhecidos e anônimos, que viram, em meio ao caos, possibilidades de mudança e de esperança ao invés de murmuração e piada.

Me assusta ver como cresce o grupo de apolíticos, que desistiram da política, que entregaram a política de vez para os corruptos, gananciosos e sem competência, que apenas criticam e fazem piada. O que mais entristece é o fato de ver pastores e lideres cristãos que seguem o mesmo caminho. Esquecem da atitude de Neemias que nos foi deixada como exemplo nas sagradas Escrituras. Esquecem do exemplo de homens e mulheres que trouxeram esperança ou invés de mais dificuldade. Esquecem que fomos chamados para ter uma palavra de esperança e uma vida que reflete a glória de Deus.

Jesus não foi político, nem tinha pretensão de ser, Ele sabia exatamente o que deveria fazer. Mas Ele também não foi ministro de música, diácono, dentista, frentista, piloto de avião, empresário, etc. Ou seja, o fato de Jesus não ter sido político não quer dizer absolutamente nada com Ele ter aversão à política. Ele não ter tido pretensão em ser político não tem nada ver com Ele desaprovar quem deseja ser seja ou achar que crente não pode ter nada com política. Seria ignorância pensar que Jesus não aprova a função política ou a política em si, apenas por que Ele não foi ou não quis ser um. Se fosse assim, Jesus estaria triste por eu ser engenheiro civil, visto que Ele não foi em nem pregou sobre como ser um bom engenheiro civil. O que Jesus nos deixou está acima disso, e ao mesmo tempo no fundamento disso. Acima, pois devemos buscar em primeiro lugar o Reino dos céus e a Sua justiça (Mateus 6:33) e que devemos pensar nas coisas do alto (Colossenses 3:1). E no fundamento, porque tudo o que fazemos devemos fazer para Glória de Deus (I Coríntios 10:31) e indo por toda parte, devemos, em nosso trabalho e em qualquer função, fazer discípulos para Jesus (Mateus 28:19).

Vamos acabar com essa hipocrisia logo de achar que todo político não presta e virar as costas para a situação em que vivemos. Isso não é verdade. Como se não existisse corrupção em outros âmbitos da sociedade, inclusive na igreja instituição. Gente ruim e corrupta temos em toda parte, o problema é que em nosso sistema de governo quem coloca os políticos lá somos nós através de nosso voto. O povo merece o político que é escolhido por ele. A corrupção começa na maioria das vezes no próprio eleitor que vendeu seu voto ou que se abdicou de fazê-lo com consciência.

Não quero aqui, de forma alguma, defender que temos que nos calar, que não podemos nos manifestar, que temos que aceitar sem reclamar. Claro que NÃO! Pelo contrário, temos que seguir o exemplo de Neemias e de tantos outros citados aqui. CHORAR, LAMENTAR, ORAR e AGIR. Chore pelos injustiçados, Lamente pela corrupção, Ore por transformação e arrependimento e tome atitudes que tragam esperança e mudança. Vote consciente, conheça mais a política, se envolva positivamente, influencie de forma madura, tenha e divulgue boas idéias, ou talvez, seja candidato com competência e motivações corretas. Tem como mudar?? Claro que tem. Murmurando, sendo contra política apenas ou fazendo piada jamais será possível.

Não quero pedir voto para ninguém, quero aqui alertar para um problema que está se alastrando que não vai levar a nenhum lugar de mudança e esperança para o Brasil. Ser contra a corrupção e contra a injustiça é nosso dever e, na verdade, fruto de um coração temente a Deus. Mas ter aversão a política não fará do Brasil um país melhor. Ser apolítico é negar nosso direito de contribuir para uma sociedade mais justa. Não há pretensão em mim de achar que todos devem gostar da política, de serem políticos por vocação. Mas você deve pensar de que forma você está contribuindo para que o Brasil seja um país mais justo para sua e para as próximas gerações.

Hoje o cristão, principalmente muitos pastores e lideres evangélicos, tem medo de falar em política e de se posicionarem quanto esse assunto. Parece até pecado. Claro que pastor não tem que obrigar crente nenhum a votar em ninguém, conquistamos o direito de votar em quem quisermos. Púlpito não deve ser palanque político e igreja não deve levantar bandeiras partidárias. Mas igreja também é lugar de se falar em política e em políticos, se a bíblia é porque a igreja não deveria ser? Qual o problema de um pastor apoiar um político se isso é feito sem receber nada em troca e por conhecer o caráter e competência da pessoa pública em questão? Se um pastor me indicar um médico que ele consultou por ter sido muito bem entendido ele estaria errado? A igreja deve instruir, conscientizar e influenciar da forma correta. Religião e política realmente não se misturam, mas não quer dizer que não podem andar coerentes em consonância com a palavra de Deus. A religião sem Deus é uma filosofia ou uma ideologia apenas, assim como, a política sem Deus é um sistema falido e corrupto.

É impossível ver tanta corrupção e injustiça e achar que a igreja não tem nada a ver com isso. Temos muito a ver. Quem leva a luz de Deus senão aqueles que O temem e O servem? Jesus vive em nós (Gálatas 2:20), fomos comprados por um alto preço e devemos glorificar a Deus em tudo o que fazemos (I Coríntios 6:20), inclusive na política. Ser “apolítico” não resolve nosso problema. Não julgo ter a palavra final de forma alguma sobre este assunto, mas estou caminhando para um pensamento mais maduro de forma a acrescentar e trazer esperança de um Brasil melhor e não apenas ser mais um crítico de cadeira e sem ação. Convido você a refletir sobre isso.

Será que existe tanta diferença prática entre a corrupção e a omissão?

Como cristãos, como líderes, como pastores, NÃO NOS VENDAMOS, mas também NÃO NOS OMITAMOS.

“Portanto, pensem nisto: Quem sabe que deve fazer o bem e não o faz comete pecado.” (Tiago 4:17)

Deus abençoe nossa nação, Brasil precioso!

Paz,

Daniel Lucas

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Seja Imitado

“nossa vida deve ser tal que os homens possam imitá-la com segurança”  (Spurgeon)

“Sede, pois, meus imitadores, como eu sou de Cristo” (Paulo, I Cor 11:1)

Você não precisa temer ser visto como presunçoso ao buscar essa verdade para sua vida. Busque ser como Jesus é e tenha ousadia de convidar às  pessoas a te imitar.

A santidade não está naquilo que as pessoas pensam a nosso respeito, mas na convicção e atitude correta que temos ao entendermos que somos templos vivos onde Ele habita. I Cor 6:19,20

Isso é possível?

Segundo nossa força? Nossa vontade? Não.

Mas quando crucificamos nosso eu e deixamos que Cristo viva em nós, isso se torna possível. “Pois fomos crucificados com Cristo, assim já não somos mais nós quem vivemos, mas Cristo vive em nós”.  Gal 2:20

Não tenha medo medo de ser como Jesus é, pois o verdadeiro amor lança fora todo medo. Não olhe para o seu passado, pois em Cristo somos novas Criaturas, as coisas velhas já passaram e eis que tudo se fez novo.

E quando você pensar que está distante de alcançar, lembre-se do que Paulo disse:

“Não que o tenha alcançado, mas uma coisa faço: Esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo” Filipenses 3:13,14

Continue prosseguindo para o alvo, continue buscando ser como Jesus é, e nesse processo convide pessoas a te imitar.

Em um mundo com tantos maus exemplos a serem seguidos, o que precisamos é “nos tornamos puros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e depravada, na qual brilhemos como estrelas no universo, retendo firmemente a palavra da vida. Filipenses 2:15,16

Você é um instrumento?

Estava meditando aqui em Atos 9:15, falando sobre o apóstolo Paulo:

“… Este homem é meu instrumento escolhido para levar meu nome perante os gentios…”  

O mundo precisa urgentemente conhecer Jesus!

Para que isso aconteça, hoje Ele quer nos usar como instrumento.

Como todo instrumento, para que saia um som perfeito, você precisa estar limpo (vivendo em santidade), estar afinado (de acordo com o diapasão de Deus, no centro de Sua vontade) e ser usado (instrumento muito tempo guardado acaba enferrujado ou estragando). Não esquecendo, é claro, do principal que é ser tocado por quem o fabricou e melhor conhece o instrumento nos pequenos detalhes (Deus).

A cor, o tipo, os detalhes, onde foi feito, tudo isso pode ser legal e interessante, mas tudo isso vira secundário quando o som que é produzido pelo instrumento alcança o mais profundo de nossos corações.

Deus te use para produzir um som que assim alcance muitos corações e gere vida onde chegar. Seja um instrumento consagrado na mãos de Deus!

Mateus 28:18-20

Daniel Lucas

Feliz Natal na unidade de Jesus!

Bom dia!

Em João 17:22 Jesus orou a Deus da seguinte forma:

“Dei-lhes a glória que me deste, para que eles sejam um, assim como nós somos um”

Neste Natal lembre-se que Jesus revelou sua Glória para que fossemos um.

O maior sentido do Natal é a comunhão. É estarmos juntos, compartilhando a vida, olhando e se importando com o próximo. É vivermos a vida de Jesus em nós!

Jesus recebeu a Glória de Deus e nos deu para vivermos a unidade! Que em Jesus você possa viver a unidade, o amor, a comunhão e a paz em sua casa e entre os seus.

Feliz Natal a todos!

A Igreja e a Crise na Síria (Asaph Borba)

Tomei a liberdade de copiar este texto do blog no meu querido amigo Asaph Borba (http://blogdoasaph-blogdoasaph.blogspot.com.br/), escrito por ele,  para ajudar a esclarecer aos irmãos um pouco da situação na Síria, principalmente com relação à Igreja, nossos irmãos em Cristo. Ore pela Síria, eles precisam de nossas orações.

Segue o texto:

O dia estava escaldante quando nosso carro chegou na Síria, vindo de Amam, Jordânia. A highway larga e asfaltada que entra na cidade, foi construída no imenso vale que liga, desde a antiguidade, Jerusalém a Damasco, a qual é uma das cidades mais antigas do mundo, e um dos berços bíblicos do cristianismo primitivo, e hoje, capital da Síria . Em nossa visita passamos junto ao muro da cidade antiga por onde Paulo de Tarso foi retirado dentro de um cesto, pelos irmãos locais,  fugindo da turba que o queria matar. Nesta viagem estavam comigo o pastor americano Mike Herron, meu companheiro do Brasil, pastor e médico Gerson Ortega e o músico jordaniano Amer Matalka. Nosso objetivo era claro e excitante: realizar o primeiro encontro de adoradores na Síria. Algumas surpresas, porém, nos aguardavam naquela semana de verão. A primeira foi conhecer o grande número de cristãos existentes na antiga nação. Apesar de ser um país islâmico, segundo dados oficiais, cerca de 10% da população de 22,2 milhões de habitantes professam a fé de Cristo. Desses, cerca de 10% são evangélicos, distribuídos nas diversas cidades e nos campos de refugiados iraquianos, que invadiram o país depois das guerras do golfo em 1990 e em 2003. A segunda surpresa foi ver que estes cristãos, assim como no Iraque, convivem bem com a maioria islâmica e têm proteção do governo, apesar deste exercer um estrito controle sobre os irmãos, o que visa mais segurança do que propriamente repressão ou perseguição.

Naquela semana mergulhamos na realidade da Igreja Síria e conhecemos também um pouco da vida política e social local. O encontro, realizado no Vale dos Nazarenos, situado ao noroeste do país, um tradicional reduto Cristão, nos surpreendeu. Os irmãos, que a princípio estavam um tanto reticentes por não nos conhecerem, o que é normal no mundo árabe, nos acolheram com muito amor e alegria. Para minha surpresa, naquele antigo vale a bebida tradicional é o chimarrão, feito da erva mate trazida da Argentina no início do século passado por crentes sírios que recolonizaram a região. O encontro reuniu as principais lideranças evangélicas e a grande maioria de músicos oriundos das igrejas sírias. Teve participação também de irmãos vindos do Egito, Líbano, Turquia, Jordânia e muitos Iraquianos. Até um casal da distante Dubai se fez presente. A música, a devoção, o quebrantamento e a busca pela presença de Deus marcaram aqueles dias. A adoração e a alegria tornaram para todos aquele tempo inesquecível.

Quando começaram as rebeliões contra o governo Sírio do presidente Assad, no segundo semestre de 2011, o mundo aplaudiu. Entretanto, para quem conhece a realidade da região as ações trouxeram preocupações, principalmente em função da Igreja. A mídia internacional, vinculou o movimento aos clamores pró democracia da então chamada Primavera Árabe, iniciada na Tunísia em 2010, que teve seu ponto alto com a queda do presidente Mubarak no Egito em 2011. Porém esta “primavera”, logo mostrou-se ser um longo “inverno”, pois trouxe sérios problemas para os cristãos. Em todos os países em que a pseudo abertura instalou-se, a cristandade entrou em colapso.  Segundo reportagem recente da BBC de Londres  (http://www.bbc.co.uk/news/world-middle-east-19064703) existem constantes ataques tanto a indivíduos quanto às igrejas, desde que as manifestações iniciaram em 2011. De acordo com contatos que mantenho com irmãos dentro do país, a situação é insustentável,  o que também declara o Senador americano Rand Paul, que tem conclamado a opinião pública americana para este fato: “ O presidente Bishar AL Assad, até então protegeu a minoria cristã, já os rebeldes, mesmo sem ainda estar no poder os perseguem e matam. Acredito que  se estes ganharem, será muito ruim para a Igreja” declarou o político, em seu pronunciamento no dia 9 de setembro de 2013.
Com o passar dos dias e com a análise realista dos fatos, ve-se que tudo não passa na verdade de uma tentativa radical de islamização  das nações árabes, orquestrada pela ala ortodoxa muçulmana, que dita de dentro das mesquitas, em todo o Oriente Médio, nada mais do que um retorno à lei islâmica conhecida como Sharia. As potências atraídas com a possibilidade de uma abertura na região, a princípio apoiaram os movimentos, mas, ao verem as barbáries e mentiras por detrás dos acontecimentos, foram ficando com um pé atrás.
Na Síria, entretanto, a situação é diferente de outros países da região, pois os perigos se ampliam. Em primeiro lugar, qualquer radicalização vai atingir diretamente esta população cristã, que mantém a fé, desde os tempos de Barnabé Paulo. Em segundo lugar, qualquer ação militar pode ser um estopim que envolva outras nações como Egito, Jordânia, Líbano, Turquia e Irã. Algumas delas, como Irã, Líbano e Egito, poderão aproveitar-se da oportunidade para se voltarem contra Israel, que já sofre internamente com o dilema Palestino. A Síria por outro lado conta ostensivamente com o apoio irrestrito da Rússia que já declarou  que fará frente a qualquer ataque a seu aliado árabe.
O que temos que fazer como igreja, é manter a oração pela Síria e toda a região do Oriente Médio. Não é pequena a visão Bíblica e profética, sobre fatos e acontecimentos nesta área onde a fé nasceu, e muitos desses, ainda estão por se cumprir. Acredito que, com o enfraquecimento sociológico e diminuição da influência do islã sobre a população muçulmana, o que sem dúvida é fruto da globalização e do acesso da mesma à informação, os radicais muçulmanos estão jogando suas últimas cartas para tomar o poder político, e mostram assim com clareza seus objetivos satânicos de arrasar com a Igreja na região. Assim aconteceu também no Iraque, infelizmente com a ajuda militar americana e seus aliados. Dos 1,3 milhões de cristãos existentes outrora naquele país restaram apenas não mais de 150 mil, que pagam um alto preço para continuar vivendo ali.
Lembro com carinho que no final do congresso na Síria, voltamos à Damasco. Fomos então visitar a famosa Rua Direita, no centro do bairro cristão da cidade antiga. Nos levaram ao lugar chamado casa de Ananias, um dos mais tradicionais santuários de oração da cristandade. A tradição conta que ali, viveu este que foi o primeiro patriarca de Damasco, responsável pelo batismo e primeiros passos de Paulo de Tarso. Bem na frente da casa estava estampado um lindo cartaz que anunciava nosso encontro de adoração, que tinha acabado no dia anterior. Mas ficamos maravilhados, pois, nem em nossos sonhos mais ousados acerca do ministério, podíamos pensar em ter um dia, nosso nome e foto estampados em um cartaz na Rua Direita, em Damasco, nossa querida Síria.
Além de orar, temos que manter como igreja, uma mobilização pela Síria,  para que governos e ONU, reconheçam a importância dessa população cristã e de seu eminente perigo. Assim como faz o Senador Rand Paul, que influencia ao seu governo a buscar soluções pacíficas e não bélicas, devemos nós também fazer no Brasil mostrando às autoridades realidade de nossos irmãos.
Foto – Igreja destruída em Qusair – Síria – FrancePress

Foto – Mulher cristã imolada em Aleppo – Síria – FrancePress

Fonte do texto: http://blogdoasaph-blogdoasaph.blogspot.com.br/ (Asaph Borba)

Ore e apoie a Síria – http://www.apoiesiria.org/

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Exaltai 2013

Exaltai 2013

Nos dias 18 e 19 de Outubro de 2013 estaremos ministrando no Exaltai, um Seminário de Louvor e Adoração da Igreja Metodista de Itapuã.

Com certeza serão dias especias de muito crescimento, e é claro, de muito louvor.

Participe!

Mais informações: https://www.facebook.com/exaltai2013 e http://www.exaltai2013.com.br

Uma Resposta

Esse vídeo é da primeira versão gravada da música “Uma Resposta”, em 2006.

Estava aqui me lembrando de como essa música foi gerada, há tantos anos, e refletindo se ainda há em meu coração o mesmo desejo de agradar a Deus em tudo, sendo uma resposta ao Seu grande amor por mim.

O tempo, as circunstâncias, o cotidiano e até mesmo o “ministério” às vezes nos levam a esquecer do primeiro amor, daquele momento em que conhecemos um amor que foi como uma luz brilhando dentro de nós, dissipando toda a escuridão e nos dando total segurança de confiar e dar nossa vida por inteiro Aquele que deu Sua vida por nós.

Mas então percebo que Ele ainda está comigo, dentro de mim. O seu amor, não mudou, é o mesmo! Mesmo não sendo merecedor, sua graça está sobre mim.

Por isso, hoje, em meu coração, há o mesmo desejo. Cada frase dessa música ainda é a minha canção a Ele.

Em Colossenses 1:1 está escrito:
“Para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a boa obra, e crescendo no conhecimento de Deus”

Isso é o que Deus espera de cada um de nós.

Mais que responder a um chamado, vamos ser a própria resposta ao chamado!

http://www.youtube.com/watch?v=BYE2ooPPh3c